Próteses Parciais, Totais e Removíveis com Flexibilidade Auxiliar
Colaborador
S i s t e m a F L E X L I N E® - P r ó t e s e s
F l e x í v e i s
O material apresentado tem como finalidade trazer benefícios e conscientização
a profissionais da área odontológica e seus pacientes.
FLEXLINE é um sistema inovador de resina acrílica (PMMA) elaborada para soluções
protéticas removíveis com excelentes características, físicas e químicas do
polimetilmetacrilato, com flexibilidade e união química, ausente de monômero,
obtendo precisão em seu equipamento de injeção. Tendo como principal característica
à busca de combinações perfeitas, melhor funcionabilidade e priorização estética.
A técnica está devidamente registrada por Richard Ritterbeck CRO/TPD 7999, sob
protocolo 296.957 junto a BIBLIOTECA NACIONAL DO LIVRO, tendo todos os seus
direitos autorais reservados.
Em benefício da Ciência e da Saúde Pública, este produto completamente atóxico permite a confecção
dessas peças inovadoras descobertas e desenvolvidas por Richard Ritterbeck.
A finalidade desta apresentação é mostrar, a quem de interesse, que novas tecnologias
podem ser aplicadas em Pról da sociedade e, conseqüentemente, renovar técnicas e conceitos até
então utilizados. Ressaltando também que o produto mencionado em primeira
instância, é atóxico e livre de rejeições comprovados pelos orgãos competentes.
* INSTITUTO ADOLFO LUTZ
* VIGILÂNCIA SANITÁRIA
CARACTERÍSTICAS DO POLIMETILMETACRILATO
- Módulo de flexibilidade – Alto
- Módulo de fadiga – Baixo
- Absorção de umidade – Baixo
- Estabilidade dimensional – Alto
- Não contém resíduos de monômero
- União química com qualquer (PMMA)
- Resina injetada com menos distorção à adaptação no
modelo do que resinas prensadas
QUANDO USAR
- Pacientes especiais
- Sobre implantes osseointegrados
- Reabilitação parcial unilateral e bilateral
- Como mantenedores de espaços
BENEFÍCIOS
- Leve e flexível
- Esteticamente melhor
- Composto por material translúcido, se mescla com a
gengiva
- Dispensa o uso do grampo de metal pela vestibular
- Atóxico e, em contato com bactérias e outros fluídos
não se deteriora
- Þ Mínima absorção de água, resistente e durável
- Þ Pacientes alérgicos a metilmetacrilato podem dispor deste produto
por ser completamente livre de monômero
Para a confecção destas próteses é necessário o sistema
de micro injeção de Resina Acrílica
Este sistema de micro injeção
de Resina Acrílica tem como finalidade a confeccção de próteses totais e parciais
removíveis termo-injetadas podendo ser reembasadas com qualquer tipo de Resina
Acrílica polímero e monômero.
Peças termo-injetadas em resina
(PMMA) com menos distorção ao modelo funcional, diferenciando-se das resinas
prensadas pó e líquido utilizadas na odontologia atualmente.
O equipamento de injeção foi
desenhado por engenheiros e projetado em tamanho reduzido para que os laboratórios
de prótese pudessem adequá-los ao seu espaço disponível. O equipamento consiste
em:
01 chassis de metal
01 pistão pneumático com torque para 4 toneladas de recalque
01 controlador de temperatura
01 cilindro com resistência a fusão do PMMA
O material de PMMA é acondicionado
em cápsulas de alumínio e lacrado. Depois é levado para uma estufa bacteriológica
para secagem à temperatura pré definida pelo tempo de estimado. Após este
procedimento, baixa-se a temperatura da estufa onde o PMMA poderá ser armazenado
por longo tempo.
A injeção do material PMMA
ocorre da seguinte maneira: coloca-se uma cápsula lubrificada com silicone
atóxico FDA no interior do cilindro de fusão a uma temperatura de adequada
pelo tempo deternimado, para que o material de PMMA esteja fundido por completo
e, assim ser injetado no interior do molde e dar origem a uma peça protética.
O muflo em posição devidamente
posto e preso, com a cavidade direcionada para cápsula e encaixada na boca
do cilindro, onde o material de PMMA está fusionado. Então dispra-se, ao ser
acionado o dispositivo (pistão), o impulso para que avance comprimindo a cápsula
com o material de PMMA ao encontro com o orifício do muflo, cujo está ligado
ao canal ou aos canais de alimentação que nesta compressão faz com que a cápsula
se rompa e o PMMA flui pelo dutos de alimentação atingindo a extensão do molde
a ser preenchido.
Com pressão correta, dependendo
da extensão a ser preenchida, e com um recalque em tonelagens pelo tempo necessário
ficará garantida a adaptação fiel da área basal a ser moldada.
Feito este processo aciona-se
outro dispositivo para o recuo do pistão permitindo a remoção do muflo já
preenchido com Resina Acrílica de PMMA.
RESISTÊNCIA QUÍMICA
As Resinas Acrílicas proporcionam peças moldadas que são resistentes à água
e possuem boa estabilidade sob condíções de umidade variável.
Não são geradas nenhum tipo de manchas ou branqueamento ainda que, sob exposição
à altas temperaturas ou elevados índices de umidade.
Possuem resistência aos ácidos minerais e orgânicos diluídos em temperatura
de até 60°C, e a maioria das soluções alcalinas e concentradas.
À temperatura ambiente, não são afetados por soluções aquosas de sais inorgânicos,
hodricarbonetos alifáticos , gorduras, óleos e a maioria dos gases comuns.
São atacados por hidrocarbonetos
alifáticos clorados, hidrocarbonetos aromáticos, cetonas álcoois, éter, ésteres,
incluindo aqueles que utilizam como plastificante para outros plásticos.
ABSORÇÃO DE ÁGUA
A resina acrílica, apesar de
ser um material higrocóspio, apresenta uma baixa absorção de umidade e, apesar
de ser uma pequena quantidade, seu efeito no produto final pode ser considerável.
A umidade absorvida pode atuar
como um agente plastificante alterando as propriedades mecânicas.
A porcentagem tolerável no
Acrílico é de 0,1%, acima deste valor, mesmo o material sendo desumidificado,
a quantidade volátil é muito grande tornando o material improcessável. Isto
pode ocorrer quando o material, no transporte ou no estoque fica exposto a
chuva, inutilizando o material.
PROCESSO DE RECOZIMENTO DE PEÇAS EM ACRÍLICO
Processo de aquecimento do
moldado até uma temperatura pouco inferior ao seu ponto de amolecimento, realizado
durante um período de tempo estabelecido, seguido por um resfriamento lento
e uniforme.
O tratamento tem por finalidade
relaxar parcialmente e uniformizar as tensões armazenadas na superficie e
também no interior de peças moldadas, aumentando a vida útil ao produto final.
O processo de recozimento também
se torna fundamental para peças sobre-injetadas ou posteriromente usinadas,
polidas ou reembasadas (operações que envolvem tensões de natureza química
e/ou mecânica), permitindo uma menor taxa de rejeitos durante a execução destas
operações.
MAIORES INFORMAÇÕES
Entre em contato: (0xx11) 4101-7722
Av. Coração Eucarístico de Jesus, 195
Riacho Grande – São Bernardo do Campo
Cep: 09831-400 – SP
Email: flexline2003@yahoo.com.br
REFÊRENCIA BIBLIOGRÁFICA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA: OCLUSÃO
PARKER, STEVE – Aventura visual esqueletos: Editora Globo, São Paulo.
EL-KHATIB, FARUK – Atlas de anatomia humana: Grafipar, Curitiba.
MATTHIESEN, ALCYR J. – Atlas moderno de anatomia e fisiologia humana: Editora
Egéria, São Paulo, II volume, 1ª Edição, 1978.
ANSON, B. J. – Grande atlas de anatomia humana: Editora Focus, São Paulo.
BERALDO. W. T. – Fisiologia: Imprensa Universitária, Belo Horizonte, volume
II, 1ª Edição, 1978.
FEHRENBACH, MARGARET J. e HENRRING, SUSAN W. – Anatomia ilustrada da cabeça
e do pescoço: Editora Manole, São Paulo, 1ª Edição, 1998.
SHIWNGBURG, HERBERT T.; WILSON, EDIWIN L.; MORRISON, JACK T. – Guia de enceramento
oclusal: Editora Quintessence, São Paulo, 2ª Edição, 1988.
REZENDE, JOSÉ ROBERTO VIDULICH DE – Prótese Buco-maxilo-facial conceitos
básicos e praticas de laboratório: Editora Sarvier, São Paulo, 1986.
ROMERO, Dra. MARIA GABRIELE C. – Dicionário brasileiro de odontologia: E.
B. O., São Paulo, Volume I de A-Z, 1986.
MIRANDA, CLAUDIO CEZAR DE – Atlas de reabilitação
bucal: Editora e Livraria Santos, São Paulo, 1ª Edição, 1984.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA : ANATOMIA E ESCULTURA DENTAL
PENTEADO, JOSÉ DE ARRUDA – Curso de desenho: Editora São Paulo, São Paulo,
10ª Edição, 1972.
EUGENIO, ODILA SANTIAGO – Anatomia e escultura dental, teoria e pratica de
ensino: Editora e Livraria Santos, São Paulo, 1ª Ediçao,1995.
SHIWNGBURG, HERBERT T.; WILSON, EDIWIN L.; MORRISON, JACK T. – Guia de enceramento
oclusal: Editora Quintessence, São Paulo, 2ª Edição, 1988.
PICOSSE, MILTON – Anatomia dental: Editora Sarvier, São Paulo, 4ª
Edição, 1990.
ROMERO, Dra. MARIA GABRIELE C. – Dicionário brasileiro de odontologia: E.
B. O., São Paulo, Volume I de A-Z, 1986.
LUNDEEN, HARRY C. – Introdução à anatomia oclusal:
Editora e Livraria Santos, São Paulo, 2ª Edição, 1991.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA: PRÓTESE TOTAL REMOVÍVEL
MAZZO, DANIEL COVOLO e VIEIRA GLAUCO FIORANELLI – Manual de Prótese Total:
Editora e Livraria Santos, São Paulo, 1ª Edição, 1998.
DOMITTI, SAIDE SARCKIS – Prótese Total Imediata: Editora e Livraria Santos,
São Paulo, 1ª Edição, 1996.
DOMITTI, SAIDE SARCKIS – Sistematização do ensino integrado da prótese total:
Editora e Livraria Santos, São Paulo, 1ª Edição, 1990.
TURANO, JOSÉ CERATTI e TURANO, LUIZ MARTINS – Fundamentos de Prótese Total:
Editora Quintessence, São Paulo, 4ª Edição, 1998.
GOMES, TOMAS; MORI, MATSUYOSHI e CORRÊA, GERSON DE ARRUDA – Atlas de caracterização
em prótese total e prótese parcial removível: Editora e Livraria Santos, São
Paulo, 1ª Edição, 1998.
GALATI, ADEMIR – Prótese total manual de fases laboratoriais
- Série apontamentos: Editora SENAC, São Paulo, 1996.
PUBLICAÇÕES EM PERIÓDICOS
BATAGLION, César, ZUCCOLOTTO, Maria Cristina C, CUNHA, CristinaCampos.
Avaliação da Eficiência Mastigatória em Paciente Portador de Prótese Total.
Revista
da Associação Paulista de Cirurgiões Dentistas, São Paulo,
v.53,
n.3, p.214-217, 1999.
CUNHA, Cristina Campos, BATAGLION, César, FELÍCIO, Cláudia Maria de.
Condições Miofuncionais Orais em Usuários de Próteses Totais.
Pró Fono Revista de Atualização Científica, São Paulo, v.11,n.1, p.21-26,
1999.
SOUZA, Ana Paula de, BATAGLION, César, HOTTA, Takami Hirono.
A Importância da Seleção e Ajuste das Placas Oclusais no Tratamento
das Desordens Temporomandibulares. Revista de Odontologia da
Universidade de Ribeirão Preto Unaerp, Ribeirão Preto-SP, v.1, n.1, p.43-51,
1998.
MAZZETTO, Marcelo Oliveira, BATAGLION, César, CURY, Gisele.
Adesões do Disco Articular nas Desordens Craniomandibulares.
Revista Odonto Pope Periodontia Oclusão Prótese e
Estética, Baurú-SP, v.1, n.1, p.30-36, 1997.
HOTTA, Takami Hirono, BATAGLION, César, MAZZETTO, Marcelo Oliveira,
PARDINI, Luis Carlos. Desordens Temporomandibulares:
Imagens da ATM. Revista Odonto Pope Periodontia
Oclusão Prótese e Estética, Baurú - SP, v.1, n.4, p.205-211, 1997.
HOTTA, Takami Hirono, BATAGLION, Angela, BATAGLION, César,
BEZZON, Osvaldo Luis. Involvement of
Dental Occlusion and
Trigeminal Neuralgia: A Clinical Report. The Journal Of
Prosthetic Dentistry, Estados Unidos, v.77, n.4, p.343-345,
1997.
SOUZA, Elaine Angélica de, HOTTA, Takami Hirono, BATAGLION,
César.
Association of a Temporomandibular Disorder and Eagle's
Syndrome:
Case Report. Brazilian Dental Journal, Ribeirão-Preto-SP,
v.7, n.1, p.53-58, 1996.
GUTHER, Nielcy Sampaio, BATAGLION, César. Metodologia de Ensino das
Resinas Acrílicas Aplicáveis ao Ensino de Graduação. Revista Odontologia
Moderno, São Paulo-SP, v.22, n.24,p.10-11,1995.
HOTTA, Takami Hirono, MAZZETTO, Marcelo Oliveira, BATAGLION, César.
Placa Interoclusal para Pacientes sem Suporte Oclusal Posterior Portadores
de DesordensTemporomandibulares.Revista Odontologo Moderno,
São Paulo-SP, v.22, n.24, p.28-30, 1995
HOTTA, Takami Hirono, BATAGLION, Angela, BATAGLION, César,
NUNES, Luis de Jesus. Luxação Temporomandibular e Hipotonia
Facial. Revista Odontológica do Brasil Central Robrac,
Goiânia-GO, v.4,n.10, p.28-32, 1994.
BATAGLION, César, HOTTA, Takami Hirono, SOUZA, Elaine Angélica de.
Placa de Mordida Anterior Front-Plateau. Revista Odontologo Moderno,
São Paulo-SP, v.20, n.4, p.18-20, 1993.
ARITA, César Augusto, CARVALHO, Paulo Carlos Luis, SILVA,
Marco Antonio M R da,BATAGLION, César, CHAGURI, Nelson Angelo,
NUNES, Luis de Jesus. Alterações Provocadas pelo Bruxismo sobre o
Sistema Estomatognático. A importância de seu Diagnóstico. Revista
Gaúcha de Odontologia, Porto Alegre-RS, v.38, n.4, p.257-261, 1990.
ZUCCOLOTTO, Maria Cristina Candelas, NÓBILO,Krunislave Antonio,
NUNES, Luis De Jesus, HOTTA,Takami Hirono. Slinding Plates On
Complete Dentures As A Treatment Of Temporomandibular Disorder:
A Case Report. The Journal Of Craniomandibular Pratice,
Estados Unidos, V.7, N.4, P.289-292, 1999
BATAGLION, Angela, ANDRADE, Cristina Maria, HOTTA, Takami Hirono,
MAZZETTO, Marcelo deOliveira, FELÍCIO, Claudia Maria de. Arthrogryposis
Multiplex Congenita in a Patient with limited mouth opening.
The Journal Of Cranio, Estados Unidos, v.18, n.1, p.66-70, 2000.
PUBLICAÇÕES DE LIVROS
PAIVA, Guiovaldo, BATAGLION, César, DOUGLAS, Carlos Roberto,
DOUGLAS, Nicolás Antonio G, NUNES, Luis de Jesus,
MAZZETTO, Marcelo Oliveira. ATM. São Paulo: PPA Ltda, 2000. v.1.
LOBO, Luiz Fernando, NUNES, Luis de Jesus, BATAGLION, César,
SILVA, Marco Antonio Moreira R da,HOTTA, Takami Hirono,
ZUCCOLOTTO, Maria Cristina C, BATAGLION, Angela. ATM
Diagnóstico e Tratamento. São Paulo: Editora Pancast, 2000. v.1. 217p.
BATAGLION, César, BALESTRIN, Elisabete, SILVA, Marco Antonio
Moreira Rodrigues da, NUNES, Luis de Jesus. Ajuste Oclusal
Por
Desgaste Seletivo. São Paulo: PPA Editora, 1999. v.1.
NUNES, Luis de Jesus, SILVA, Marco Antonio Moreira Rodrigues da,
BATAGLION, César,MAZZETTO, Marcelo Oliveira, CENTOLA, André
Luis Baracchini, NASCIMENTO, Telma Nunes Do, VINHA, Dionísio.
Oclusão, Enceramento e Escultura Dental. São Paulo: Pancast -
Livraria e Editora Ltda, 1997. v.1.260p.
CIONE, Rubens, BATAGLION, César, MAZZETTO, Marcelo Oliveira,
RAZABONI, Ana Maria. FORP-Saga de Uma Instituição. Ribeirão Preto:
Legis Summa, 1989. v.1. 93p.
ZUCCOLOTTO, Maria Cristina Candelas, NÓBILO, Krunislave Antonio
Desdentados totais- Tratamento Das Disfunções Temporomandibulares Nos
Desdentados Totais Através De Próteses Totais Com Pistas Deslizantes
De Nóbilo.Organizado Por Leandro, Luiz Fernando Lobo,
Nunes, Luiz De Jesus. Atm- Diagnóstico e Tratamento.
São Paulo-Sp, 2000, V.1, P.193-200.
ZUCCOLOTTO, Maria Cristina Candelas, NÓBILO,Krunislave
Antonio, NUNES, Luiz De Jesus.Tratamento
Da Dor Muscular Do Sistema
Estomatognático - Prótese Total Tratamento Irreversível: Casos
Clínicos. Organizado
Por Paiva, Guiovaldo,Nunes, Luiz De Jesus. Atm. São Paulo-Sp, 2000,
V.1.
ZUCCOLOTTO, Maria Cristina Candelas, NÓBILO, Krunislave Antonio,
NUNES, Luiz De Jesus. Prótese Total Tratamento Irreversível:
Casos Clínicos. Organizado Por Paiva, Guiovaldo, Nunes, Luiz de
Jesus. Tratamento Da Dor Muscular-Sistema Estomatognático.
São Paulo-Sp, 1999.
ZUCCOLOTTO, Maria Cristina Candelas,
CUNHA, Cristina Campos. Prótese Total:
Avaliação E Tratamento Do Usuários. Organizado Por Felício, Claudia
Maria De. Fonoaudiologia Aplicada a Casos Odontológicos
-Motricidade Oral E Audiologia. São Paulo-Sp, 1999, V.1, P.197-222.
TEXTOS PUBLICADOS EM JORNAIS
BATAGLION, César. Disfunção da Musculatura Mastigatória.
JORNAL DA APCD
DE RIBEIRÃO PRETO - RIBEIRÃO PRETO, v.32, p.8.1995.
BATAGLION, César. Avaliação dos pacientes portadores de desordens da ATM
submetidos a tratamento odontológico fisioterápico. JORNAL DA
ASSOCIAÇÃO PAULISTA DE CIRURGIÕES DENTISTA (APCD) DE
RIBEIRÃO PRETO, RIBEIRÃO PRETO, v.22, p.14.1994.
BATAGLION, César. Problemas na ATM ou Desordens Temporomandibulares.
Jornal da Associação Odontológica de Ribeirão Preto (AORP),
Ribeirão Preto, p.10.1992.
BATAGLION, César. Odonto tem serviço especializado em oclusão.
Jornal da USP Ribeirão Preto, Ribeirão Preto, v.12, p.3.1990.
ZUCCOLOTTO, Maria Cristina
Candelas, CHAGURI, Nelson Angelo,
SOUZA, Elaine Angélica
de.Moldagens em prótese total,
Uma revisão da bibliografia.
jornal da associação paulista
de cirurgiões dentistas
(apcd), Ribeirão Preto-Sp, V.78, P.09-09, 2000.
ZUCCOLOTTO, Maria Cristina Candelas. Professsora e Premiada no
18º congresso internacional de odontologia de São Paulo-Ciosp.
Jornal da associação paulista de cirurgiões dentistas (Apcd),
Ribeirão Preto-Sp, V.55, P.10-10, 1999.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:PRÓTESE
PARCIAL REMOVÍVEL
FIORI, S. R. DE – Atlas de Prótese Parcial Removível: Editora Pancast, São
Paulo, 4ª Edição, 1993.
FIORI, S. R. DE e LOURENÇÃO, A. R. – Prótese Parcial Removível; Editora Pancast,
São Paulo, 1ª Edição, 1989.
ZANETTI, ARTEMIO L. e LAGANÁ, DALVA C. – Planejamento: Prótese Parcial Removível;
Editora Sarvier, São Paulo, 2ª Edição, 1996.
WALTER, J. D. – Planejamento em Prótese Parcial Removível: Livraria e Editora
Santos, São Paulo, 2ª Edição.
DESPLATS, ERNEST MALLAT – La prótesis parcial removible em ia práctica diaria:
Editora Labor, Barcelona, 1ª Edição, 1986.
GOMES, TOMAS; MORI, MATSUYOSHI e CORRÊA, GERSON DE ARRUDA – Atlas de caracterização
em prótese total e prótese parcial removível: Editora e Livraria Santos, São
Paulo, 1ª Edição, 1998.
BONACHELA, WELLINGTON e TELLES, DANIEL – Planejamento em reabilitação oral
com prótese parcial removível: Editora e Livraria Santos, São Paulo, 1ª Edição,
1998.
KLIEMANN, CLAUDIO e OLIVEIRA, WAGNER DE – Manual de prótese
parcial removível: Editora e Livraria Santos, São Paulo, 1ª Edição, 1999.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:PLACA DE BRUXISMO E DESCANSO
GOMES,V.
F. et Al .- Técnica Funcional Gomes capítulo I e capítulo III,
editora Maio, 1998.
LANGLADE,
M. - Terapêutica Ortodôntica. p. 333-347, Editora Santos, 1a
Edição, 1993.
MARTINS,
J.C.R. – Ortodontia e Ortopedia Funcional dos Maxilares. Revista
Odontológica da A.P.C.D. de Araraquara, v.7 Julho/Dez. de 1996
RICKETTS,
R.M. – Técnica Biopregressiva de Ricketts. p. 136-139, Editora
Panamericana, 1a Edição, 1983.
TENTI,
F.V. - Atlas de aparelhos ortodônticos fixos e removíveis. p. 169, Editora Santos, 1a Edição, 1993.
VELINI,
F. – Ortodontia Diagnóstico e Planejamento Clínico. p. 262-266, Editora Artes Médicas, 1a Edição,
1996.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:ORTODONTIA
ANDREWS,1.F- The six keys to normal occlusion.Amer.J.Orthodont.
,62:296-309,1972
LINO, A.P-Ortodontia Preventiva Básica. São Paulo,Artes
Médicas,1990.
INTERLANDI,S; ortodontia-Bases para Iniciação. São Paulo,Artes
Médicas.
MOURA, C.R.-Teoria e Técnica de Begg passo a passo. São Paulo,
Panamed, 1983.
MOYERS, R.E.-Ortodontia. Trad.Martins, D.R., Rio de Janeiro,
Guanabara-Koogan,1979.
MÜLLER DE ARAÚJO, M.C.-Ortodontia para Clínicos 3 edição;São
Paulo, Santos,1986.
MUCHA, J. N. Grampos e Placas Ortodônticas, Introdução à
Técnica Básica de Laboratório, ed. Guanabara Koogan, Rio de Janeiro, 1997.
TENTI, F.V. Atlas de Aparelhos Ortodônticos, ed. Santos,
São Paulo, 1985.
GRABER, T.M. e NEUMANN, B. Aparelhos Ortodônticos Removíveis,
2ª edição, ed. Panamericana, São Paulo, 1984.
THEVENIN, J. Manual de Ortodontia Prática, ed. Andrei, São
Paulo, 1987.
COHEN, M.M. Ortodontia Pediátrica Preventiva, ed. Interamericana.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
Implante de lente intra-ocular dobrável
acrílica (PMMA) em crianças
1. Sorkin JA, Lambert SR. Longitudinal
changes in axial length in pseudophakic children. J Cataract Refract Surg
1997;23(Supl 1):624-8.
2. Gimbel HV. Posterior continuous
curvilinear capsulorhexis and optic capture of the intraocular lens to prevent
secondary opacification in pediatric cataract surgery. J Cataract Refract
Surg 1997;23(Supl 1):652-6.
3. Zwaan J, Mullaney PB, Awad
A, Al-Mesfer S, Wheeler DT. Pediatric intra-ocular lens implantation.
Surgical results and complications in more than 300 patients.
Ophthalmology 1998;105:112-8.
4. Cavallaro B, Madigan P, O’Hara
MA, Kramer KK, Bauman WC. Posterior chamber intra-ocular lens use in children.
J Ped Ophth Strabismus 1998;35:254-63.
5. Jordão Jr A, Dantas L. Implante de lentes intra-oculares
em crianças. Arq Bras Oftalmologia 1995;58:198-200.
6. Vasavada A, Desai J. Primary posterior capsulorrexis
with and without anterior vitrectomy in congenital cataracts. J Cataract Refract
Surg 1997;23(Supl 1): 645-51.
7. Motono M, Tartarella MB, Zim A, Macedo R, Kitadai
SS. Resultados de lensectomia em catarata infantil. Arq Bras Oftalmologia 1998;61:662-4.
8. Toyofuku H, Hirose T, Scheppens
CL. Retinal detachment following congenital cataract surgery. Preoperative
findings in 114 eyes. Arch Ophthalmol 1980;98:669-75.
9. Jordão Jr A, Romão E. Aspiração-Irrigação automatizadas
na cirurgia da catarata infantil. Arq Bras Oftalmologia 1999;62:258-62.
10. Brauweiler P. Bimanual irrigation/aspiration.
J Cataract Refract Surg 1996;22:1013-6.
11. Colvard DM. Bimanual technique
to manage subincisional cortical material. J Cataract Refract Surg 1997;23:707-9.
12. Hollick EJ, Spalton DJ, Ursell
PG, Pande MV. Biocompatibility of polymethylmethacrylate, silicone, and AcrySof
intra-ocular lenses: randomized comparison of the cellular reaction on the
anterior lens surface. J Cataract Refract Surg 1998;24:361-6.
13. Ursell PG, Spalton DJ, Pande MV, Hollick
EJ, Barman S, Boyce J, Tilling K. Relationship between intra-ocular lens biomaterials
and posterior capsule opacification. J Cataract Refract Surg 1998;24:352-60.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
Técnica de “Mini-Nuc” de Blumenthal – Resultados favoráveis
em 454 casos
1. Obstbaum SA. Phacoemulsification:
the favored surgical technique (editorial). J Cataract Refract Surg 1991;17:267.
2. Gimbel HV. Divide and conquer
nucleofractis phacoemulsification: development and variations. [commented
on J Cataract Refract Surg 1991;17:267]. J Cataract Refract Surg 1991;17:281-91.
3. Nishi O, Nishi K, Sakka Y.
Endocapsular cataract surgery following small circular capsulorhexis. Eur
J Implant Refract Surg 1990;2:33-6.
4. Blumenthal M, Assia EI, Chen
V, Avni I. Using an anterior chamber maintainer to control intraocular pressure
during phacoemulsification. J Cataract Refract Surg 1994;20:93-6.
5. Blumenthal M, Assia E, Schochot
Y. Lens anatomical principles and their technical implications in cataract
surgery. Part I: The lens capsule. J Cataract Refract Surg 1991;17:205-10.
6. Blumenthal M, Assia E, Neuman
D. Lens anatomical principles and their technical implications in cataract
surgery. Part II: The lens nucleus. J Cataract Refract Surg 1991;17:211-7.
7. Blumenthal M, Moisseiev J.
Anterior chamber maintainer for extracapsular cataract extraction and intra-ocular
lens implantation. J Cataract Refract Surg 1987;13:204-6.
8. Blumenthal M, Ashkenazi I,
Assia E, Cahane M. Small incision manual extracapsular cataract extraction
using selective hydrodissection. [commented on Ophthalmic Surg 1993;24:135].
Ophthalmic Surg 1992;23:699-701.
9. Kansas PG, Sax R. Small incision
cataract extraction and implantation surgery using a manual phacofragmentation
technique. J Cataract Refract Surg 1988;14:328-30.
10. Kelman CD. Phaco-emulsification
and aspiration: a new technique of cataract removal. A preliminary report.
Am J Ophthalmol 1967;64:23-35.
11. Welsh RC. Avoid subtle pitfalls
in Blumenthal’s ECCE with mini-nucleus hydroexpression: attention to detail
makes this sutureless, viscoelastic-free technique perfect for cost-constrained
surgery. Ocular Surg News 1994; June:27-8.
12. Welsh RC. Mini-nucleus external
"chipping" method allows low-cost, sutureless, 4.5 mm ECCE without
use of viscoelastics. Ocular Surg News 1994; September:44-5.
13. Mandle M. Mini-nuc technique
for ECCE reduces tunnel size. Ocular Surg News 1996; March:9.
14. Chawla HB, Adams AD. Use
of the anterior chamber maintainer in anterior segment surgery. J Cataract
Refract Surg 1996;22:172-7.
15. Kimura H, Kuroda S, Mizoguchi
N, Terauchi H, Matsumura M, Nagata M. Extracapsular cataract extraction with
a sutureless incision for dense cataracts. J Cataract Refract Surg 1999;25:1275-9.
16. Fry LL. The phacosandwich
technique. In: Rozakis GW, editor Cataract surgery: alternative small incision
techniques. Thorofare, Slack, 1990. p.71-110.
17. Duch Mestres F, Matheu A,
Torres F, Lillo J, Castillo M. Intraoperative complications of planned extracapsular
cataract extraction versus manual nucleofragmentation. [commented on J Cataract
Refract Surg 1997;23:148-19. J Cataract Refract Surg 1996;22:1113-5.
18. Saccá SC, Patrone G, Macrí
A, Rolando M. Small incision nucleus capture: results of 200 cases. J
Cataract Refract Surg 1999;25:969-74.
19. José LSG, Felício da Costa EG. Facoemulsificação:
o aprendizado e os primeiros 100 casos. [resumo 86] Arq Bras Oftalmol 1997;60:399.
20. Araújo MEX, Chou AC, Silva CR, Oliveira LB.
Resultados dos 100 primeiros casos de facoemulsificação realizados no Hospital
do Servidor Público Estadual de S. Paulo. [resumo 6]. Arq Bras Oftalmol 1998;61:404.
21. Ventura M, Melo C, Arruda Jr. R, Ventura LO.
Eficácia da facoemulsificação com incisão em córnea clara às 11h00: resultados
de 100 olhos. [resumo 23]. Arq Bras Oftalmol 1998;61:434.
22. Matuda E, Amaral M, Oliveira DF, Castro RS,
Arieta CEL. Resultados visuais e complicações na transição para a facoemulsificação.
[resumo 73]. Arq Bras Oftalmol 1996;59:377.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
Avaliação da contaminação da câmara anterir na cirurgia
de Facoemulsificação com implante de lente acrílica (PMMA) intra-ocular
1. Hughes DS, Hill RJ. Infectious
endophthalmitis after cataract surgery. Br J Ophthalmol 1994;78:227-32.
2. Kattan HM, Flynn HW, Pflugfelder
SC, Robertson C, Gorster RK. Nosocomial endophthalmitis survey: current incidence
of infection after intraocular surgery. Ophthalmology 1991;98:227-38.
3. Samad A, Solomon LD, Miller
MA, Mendelson J. Anterior chamber combination after uncomplicated phacoemulsification
and intraocular lens implantion. Am J Ophthalmol 1995;120:143-50.
4. Freda R, Gama AJD. Endoftalmite. Rev Bras Oftalmol
1995;54:35-40.
5. Powe NR, Schein OD, Gieser SC, Tielsch JM,
Luthra R, Javitt J, Steinberg EP. Synthesis of the literature
on visual acuity and complications following cataract extraction with intraocular
lens implantation. Arch Ophthalmol 1994;112:239-52.
6. Adan CBD, Blay D, Yu MCZ, Freitas D, Alleman
N. Ultra-sonografia ocular em suspeita clínica de endoftalmite. Arq Bras Oftalmol
2001;64:423-8.
7. Bechara SJ, Kara-José N, Soriano DS. Incidência
e profilaxia de endoftalmites em facectomias eletivas. Arq Bras Oftalmol 1988;51:156-9.
8. Chan TK, Chee SP, Cheng CL,
Saw SM, Padmanabhan V. Anterior chamber contamination following cataract surgery
and eyelid commensals in a tertiary eye center. Invest Ophthalmol Vis Sci
2000;41:85-91.
9. Constantaras AA, Metzger WI,
Frenkel M. Sterility of the aqueous humor fallowing cataract surgery. Am J
Ophthalmol 1972;74:49-51.
10. Dickey JB, Thompson KD, Jay
WM. Anterior chamber aspirates cultures after uncomplicated cataract surgery.
Am J Ophthalmol 1991;112:278-82.
11. Walker CB, Claoue CM, Incidence
of conjunctival colonization by bacteria capable of causing postoperative
endophtalmitis. J R Soc Med 1986;79:520-1.
12. Vafidis GC, Marsh RJ, Stacey
AR. Bacterial contamination of intraocular lens surgery. Br J Ophthalmol 1984;68:520-3.
13. Driebe WT, Mandelbaum S,
Forster RK, Schwartz LK, Culbertson WW. Pseudophakic endophthalmitis. Diagnosis
and management. Ophthalmology 1986;93:442-8.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
Endoftalmite – uma análise de 58 casos onde foram implantadas
lentes acrílicas de (PMMA)
1. Moreira CA. Endoftalmite traumática. Biblioteca
Brasileira de Oftalmologia. Ed. Cultura Médica, Rio de Janeiro, 1994;17:136-42.
2. Norregaard JC, Thoning H,
Bernth-Petersen P et al. Risk of endophthalmitis after cataract extraction:
results from the International Cataract Surgery Outcome study. Br J Ophthalmol
1997;81:102-6.
3. Mistlberger A, Ruckhofer J,
Raithel E et al. Anterior chamber contamination during cataract surgery with
intraocular lens implantation. J Cataract Refract Surg 1997;23:1064-9.
4. Wiffen SJ, Weston BC, Maguire
LJ, Bourne WM. The value of routine donor corneal rim culture in penetrating
keratoplasty. Arch Ophthalmol 1997;115:719-24.
5. Duch-Samper AM, Menezo JL,
Hurtado-Sarrió. Endophthalmitis following penetrating eyes injuries. Acta
Ophthalmol Scand 1997;75:104-6.
6. Roth DB, Flynn HW. Antibiotic
selection in treatment of endophthalmitis: the significance of drug combination
and synergy. Surv Ophthalmol 1997;41:395-401.
7. Mao LK, Flynn HW, Miller D,
Pflugfelder SC. Endophthalmitis caused by Staphylococcus aureus. Am
J Ophthalmol 1993;116:584-9.
8. Bohigian GM, Olk RJ. Factors
associated with poor visual result in endophthalmitis. Am J Ophthalmol 1986;101:332-4.
9. Aguilar HE, Meredith TA, Drew
C et al. Comparative treatment of experimental Staphylococcus aureus endophthalmitis.
Am J Ophthalmol 1996;121:310-7.
10. Axelrod JL, Klein RM, Bergen
RL, Sheikh MZ. Human vitreous level of selected antistaphylococcal antibiotics.
Am J Ophthalmol 1985;100:570-5.
11. El baba FZ, Trousdale MD,
Gauderman WJ, Wagner DG, Liggett PE. Intravitreal penetration of oral ciprofloxacin
in humans. Ophthalmology 1992; 99:483-6.
12. Johnson MW, Doft BH, Kelsey
SF et al. The endophthalmitis vitrectomy study: Relationship between clinical
presentation and microbiologic spectrum. Ophthalmology 1997;104:261-72.
13. Thompson JT, Parver LM, Enger
CL et al. Infectious endophthalmitis after penetrating injuries with retained
intraocular foreign bodies. Ophthalmology 1993;100:1468-74.
14. Murray BE. Can antibiotic
resistence be controlled? N Engl J Med 1994;330:1229-30.
15. Fisch A, Salvanet A, Prazuck
T et al. Epidemiology of infective endophthalmitis in France. Lancet 1991;38:1373-6.
16. Speaker MG, Milch FA, Shah
MK, Eisner W, Kreiswirth BN. Role of external bacterial flora in the pathogenesis
of acute postoperative endophthalmitis. Ophthalmology 1991;98:639-49.
17. Irvine WD, Flynn HW Jr, Miller
D, Pflugfeder SC. Endophthalmitis caused by gram-negatives organisms. Arch
Ophthalm 1992;110:1450-4.
18. Barza M, Pavan PR, Doft BH et
al. Evaluation of microbiological techniques in postoperative
endophthalmitis in the endophthalmitis vitrectomy study. Arch Ophthalm 1997;115:1142-50.
19. Puliafito CA, Baker AS, Haaf
J, Foster CS. Infectious endophthalmitis: review of 36 cases. Ophthalmology
1982;89:921-9.
20. Flynn HW, Pulido JS, Plugfeder
SC et al. Endophthalmitis therapy: changing antibiotic sensitivity patterns
and current therapeutic recommendations. Arch ophthalm 1991;109:175-6.
21. Endophthalmitis vitrectomy
study group. Results of the Endophthalmitis vitrectomy study: a randomized
trial of immediate vitrectomy and intravenous antibiotics for the treatment
of postoperative bacterial endophthalmitis. Arch Ophthalm 1995;113:1479-96.
22. Whitcher JP. Editorials.
The treatment of endophthalmitis - still an exercise in frustation. Br J Ophthalmol
1997;81:713-5.
23. Mao LK, Flynn HW, Miller
D, Pflugfeder SC. Endophthalmitis caused by Streptococcal species. Arch
Ophthalm 1992;110:798-801.
24. Chaib AR, Freitas D, Scarpi MJ, Guidugli T.
Pesquisa laboratorial em endoftalmite. Arq Bras Oftalmol 1997;60:250-7.
25. Lam SR, Tuli R, Menezes A, Devenyi RG. NB.
Bacterial endophthalmitis following extracapsular cataract extraction:
recommendations for early detection. Can J Ophthalm 1997;32:311-4.
26. Somani S, Grinbaum A, Slomovic AR. Postoperative endophthalmitis: incidence, predisposing surgery, clinical
course and outcome. Can J Ophthalm 1997;32:303-10.
27. Rubsamen PE, Cousins SW,
Martinez JÁ. Impact of cultures on managment decisions following surgical
repair of penetrating ocular trauma. Ophthalmic Surg Lasers 1997;28:43-9.
28. Essman TF, Flynn HW Jr, Smiddy
WE et al. Treatment outcomes in a ten-year study of endogenous fungal endophthalmitis.
Ophthalmic Surg Lasers 1997;28:185-94.
29. Schech JM, Alfaro DV, laughlin
RM, Sanford EG, Briggs J Dalgetty M. Intravenous gentamicin and ceftazidime
in penetrating ocular trauma: a swine model. Retina 1997;17:28-32.
30. Alves AA Jr, Motta MMS. Endoftalmite bacteriana
pós-facectomia. Diagnóstico, tratamento e profilaxia. Rev Bras de Oftalmol
1987;46:32-6.
31. Lagos C, Bazzi GF, Dziecinny LH, Moreira H,
Repka JC, Cabrera PA. Análise do risco de contaminação em cirurgias oftalmológicas.
Rev Bras de Oftalmol 1995;54:55-8.
32. Freda R, Gama ADJC. Endoftalmite: revisão.
Rev Bras de Oftalmol 1995;54:35-40.
33. Alves AA Jr, Cardozo AV, Valle RR. Incidência
de endoftalmite infecciosa pós-facectomia no HSE. Análise de fatores de risco
e medidas profiláticas. Rev Bras de Oftalmol 1995;54:29-33.
34. Molinari LC, Peyman GA. Guia prático para
o manejo da endoftalmite. Rev Bras de Oftalmol 1996;55:7-18.
35. Molinari LC. Endoftalmites: aspectos profiláticos
e terapêuticos. Rev Bras de Oftalmol 1995;54:37-43.
36. Coelho RS, Monaretto A, Germanos CRA. Endoftalmite
crônica do pseudofácico: relato de caso atípico e discussão. Rev Bras de Oftalmol
1995;54:61-4.
37. Kwitko S, Melamed J, Barcaro S, Verri JM,
Petrillo VF. Endoftalmite endógena por Listeria monocytogenes. Arq
Bras Oftalmol 1993;56:326-9.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
Cirurgias plásticas de correção - Artecoll – implante
injetável de microesferas de acrílico (PMMA) utilizados na correção permanente
de rugas e defeitos dos tecidos conjuntivos
1. Lemperle G., Nishan T. And Lemperle M.- PMMA microspheres
(Artecoll) for skin and soft tissue augmentation accepted for publication
in Plat. Reconstr. Surg. 1994
2. Lemperle G., Hazan-Gauthier Nelly and Lemperle M. - PMMA microspheres (Atecoll)
for skin and soft tissue augmentation Part II: Clinical Investigations. Plastic
and Reconstructive Surgery 1995.
3. Nishan T. - Klinische Studie über die Biokompatibilität con PMMA- Mikrosphären
in der Haut. Thesis, Johann Wolfgang Goethe University, Frankfurt/ Main, Germany,
1995.
Data de Publicação do Artigo:11 de Maio de 2006
|