Lesões causadas por próteses totais mal adaptadas em pacientes idosos - Relato de casos clínicos Auxiliar
Adriano Marques de Brito - Aluno do 2º ano do Curso de Odontologia do CEUMA/FICEUMA Kátia Maria Martins Veloso ( kmmv@bol.com.br ) - Mestre em Estomatologia pela UFPB
Apresentação de casos clínicos de lesões bucais causadas pelo uso de próteses totais mal confeccionadas e mal adaptadas. A autora relata a ocorrência de três casos clínicos detectados em pacientes idosas, classificando as lesões, descrevendo o aspecto clínico observado e o tratamento indicado. Enfoca-se a prevalência das lesões realizando uma revisão de literatura atualizada a respeito dos casos descritos.
Lesões causadas por proteses totais mal adaptadas em pacientes idosos: Relato de casos clinicos
1. INTRODUÇÃO
A
falta de informações sobre a confecção, uso e manutenção das próteses
totais ainda é um fato encontrado dentre os usuários deste tipo de aparelho.
As lesões causadas pela presença de microorganismos acumulados sobre as superfícies
protéticas graças à deficiência na higienização destas ou causadas por
traumatismos gerados pela adaptação deficiente das mesmas sobre os rebordos
alveolares são as mais comumente encontradas na prática odontológica diária. 
 
Dentre essas lesões, a Estomatite Protética, a Hiperplasia Fibrosa
Inflamatória e a Lesão Periférica de Células Gigantes são
abordadas no presente estudo, enfatizando-se suas etiologias, características
clínicas e tratamentos de modo a conscientizar o Cirurgião-Dentista
da importância
não só de confeccionar próteses,
mas confeccioná-las corretamente e também instruir o paciente da
necessidade de recorrer a um Cirurgião-Dentista
sempre que for indicada a confecção de próteses além de procurar mantê-las
em bom estado de asseio e conservação.
2.
REVISÃO DE LITERATURA  
 
Para
BUDTZ- JORGENSEN et al. (1996a) a Estomatite
Protética caracteriza-se por ser uma reação inflamatória dos tecidos bucais
que estejam em contato com as próteses sendo bastante comum em idosos e podendo
estar associada a quadros de Candidose
Atrófica e Queilite Angular. 
 
Estes mesmos autores, após examinarem 233 idosos internos em
hospitais, observaram que 104 apresentavam um quadro de Estomatite Protética
com 51% dos casos associados a presença de Candidose Atrófica, sem haver
diferenças significativas no que se refere ao sexo ou presença de condições
sistêmicas favoráveis como o diabetes e o câncer.
ARENDORF,
WALKER (1979) citam o uso de próteses como sendo uma fator favorecedor da
presença e desenvolvimento de várias espécies de Cândida, cujas colônias se
mostram mais intensas nos indivíduos que tem o hábito de dormir com as mesmas.
ROSSIE, GUGGENHEIMER (1997) relatam ser a candidose uma infecção de múltiplas
manifestações, tendo, dentre outras causas,
os longos tratamentos com antibióticos, falta de higienização
deficiente, imunodeficiência e diabetes. KULAK, ARIKAN, KAZAZOGLU (1997)
analisaram indivíduos portadores e não portadores de próteses e encontraram a
presença de uma pequena combinação de Cândida albicans com outros
microorganismos como os mais prováveis responsáveis pelos quadros de
Estomatite Protética. SAKKI et al. (1997)
constataram, ao examinarem 780 idosos Filandeses, dentre os quais 452 usavam próteses,
um alto índice de Estomatite Protética naqueles que tinham as condições de vida mais precárias e pouca noção de
higiene bucal. No Brasil, SÁ (1995) também observou a presença de Estomatite
Protética associada à Candidose em seu estudo com idosos institucionalizados.
Para JOKSTAD, AMBJORSEN, EIDE (1996), o acúmulo de placa bacteriana e cálculo
sobre as próteses contribuem para o surgimento de colônias de Candida
albicans sobre as mesmas.
Para tratamento
do quadro de Candidose associada à Estomatite Protética.
DIAS, SAMARANAYAKE, LEE (1997) indicam o Miconazol como uma opção viável
e bastante satisfatória para os portadores de Próteses. MARTIN et al.(1997)
obtiveram 97% de cura usando Fluconazol nos casos de Candidose e para os 3%
restantes, aplicações de Itraconazol foram usadas conseguindo-se o total de
100% de cura.
PIETROKOVSKI (1995) relata que a maioria dos pacientes idosos
institucionalizados portadores de prótese não fazem a sua higiene
correta e tanto os internos dessas instituições quanto os não internos
demonstraram uma grande carência de informações quanto a higienização
bucal.
COELHO, ZUCOLOTO (1998)
definem a Hiperplasia Fibro-epitelial Inflamatória
como um aumento tecidual ocasionado pelo trauma resultante de próteses totais
ou parciais mal adaptadas. Como sinonímia para esta lesão,
MILLER (1977) e PRIDDY (1992) citam o termo
epulis fissuratum. COOPER (1964) e
KENG et al. (1981) afirmam que sua etiologia pode
estar associada a inserção de novas próteses com bordos cortantes que
exercem pressão excessiva sobre os tecidos bucais.
A maioria dessas lesões se apresenta como um
aumento volumétrico nodular com variados graus de inflamação (BUDTZ-
JORGENSEN 1996b). PADILHA, SOUZA
(1998) acreditam que este tipo de hiperplasia, presente no palato de idosos
portadores de próteses totais se justifica pela diminuição da capacidade de
proteção da camada de queratina apresentada pelo epitélio palatino. Estes
autores examinaram os 270 idosos institucionalizados e encontraram este tipo de
Hiperplasia em 11,8% dos casos. BROWN
et al. (1997) consideram esta lesão como muito comum na clínica odontológica.
NEVALAINEN, NÄRHI, AINAMO (1997) detectaram, com seu estudo realizado em 338
idosos institucionalizados, este mesmo tipo de lesão associada a quadros de
Queilite Angular que se mostraram mais comum no sexo feminino. No Brasil, todos
os casos encontrados por FRARE et al. (1997) relacionavam-se a presença de Câmaras
de Sucção. SALONEN, RAUSTIA, OIKARINEN (1996) esclarecem que, para o
tratamento, os antifúngicos recomendados para estes casos apenas eliminam infecções
presentes, não promovendo o desaparecimento da lesão tecidual, que deve ser
removida cirurgicamente e após
isto, confeccionada uma nova prótese.
De etiologia basicamente traumática, a Lesão Periférica de
Células Gigantes ou Granuloma de Células Gigantes é uma lesão bem
caracterizada sob o ponto de vista clínico e histopatológico ocorrendo
exclusivamente na gengiva ou mucosa alveolar de pacientes desdentados sendo
descrita, clinicamente, como uma
massa de tecido mole bastante vascularizada, de coloração variando entre o
vermelho vivo ao rosa pálido com tendência a sangramento quando submetida a
traumas e recorrendo com freqüência TOMMASI (1989).
SHAFER et al.(1987) observam que este tipo de lesão
raramente ultrapassa os 2cm de diâmetro e surge, comumente, sob irritacão
provocada por prótese ou simplesmente à partir de uma infecção crônica
sendo comum em indivíduos desdentados.
Quanto
ao tratamento, por ser igual a muitos outros granulomas periféricos, a excisão
cirúrgica seguida de exame histopatológico é o procedimento indicado
ZEGARELLI (1982).
3. APRESENTAÇÃO
DE CASOS CLÍNICOS
Caso Clínico nº1 –
Estomatite Protética.  
 
Paciente
do sexo feminino, negra, 62 anos, edêntula, portadora de duas próteses totais
já utilizadas a 15 anos, apresentou, durante o exame clínico bucal uma área
eritematosa no palato duro com pontos de coloração vermelho vivo dispersos por
esta região, conduzindo, clinicamente, com um quadro de Estomatite Protética
associada à presença de candidose (Fig. 1).

Fig 1.: Estomatite Protética no Palato Duro
Durante
a anamnese, a paciente relatou a presença de uma sensação de ardor, prurido e
gosto amargo tanto nos palatos quanto na língua. A prótese superior utilizada
por esta paciente apresentava um intenso acúmulo de placa bacteriana e cálculo
por deficiência na higienização. Colônias de Cândida
albicans foram detectadas, através do exame micológico nos palatos e língua da mesma. A paciente
relatou, ainda, não retirar as próteses para dormir.
Para
tratamento, indicou-se, em primeiro lugar, a interrupção do hábito de dormir
com as próteses. A seguir, a paciente recebeu uma completa orientação de
higiene bucal, com a indicação da escovação da superfície lingual e limpeza
e conservação adequada das próteses. Para a infecção por Cândida
confirmada através do exame micológico, prescreveu-se aplicações tópicas de
Nistatina tanto no palato quanto nas próteses obtendo-se uma completa eliminação
do quadro infeccioso. Como auxiliar na higiene bucal, foi prescrito ainda o
bochecho com Flogoral colutório. Após 15 dias realizou-se um novo exame clínico
confirmando-se a remissão do quadro de Estomatite Protética.  
 
Caso Clínico nº2
– Hiperplasia Fibrosa Inflamatória.
Paciente do sexo feminino, branca, 60 anos, edêntula, portadora de duas
próteses totais já a 42 anos apresentou, ao exame clínico bucal, uma lesão
de tecido mole, com aspecto papilar, de aproximadamente 4 cm, indolor, fixa, na
região do palato duro, provocada pela presença de uma câmara de sucção
rugosa e traumática confeccionada na superfície palatina da prótese (Figs. 2
e 3).

Fig 2.: Prótese Total com Câmara de
Sucção

Fig 3.: Hiperplasia causada por Câmara
de Sucção
Até
o exame clínico a paciente desconhecia a existência da lesão. Entretanto,
durante a anamnese, recordou-se que, vez por outra, surgiam aftas no palato.
Observou-se que tais aftas tinham origem traumática decorrente da presença dos
bordos da câmara de sucção e no local estava acometido por infecção fúngica.
A paciente também relatou ao retirar as próteses para dormir. 
 
Como tratamento, em primeiro lugar eliminou-se a infecção
por Cândida albicans com aplicações
tópicas de Nistatina sobre toda área afetada. O hábito de dormir com as próteses
foi prontamente eliminado. Como a paciente não possuía condições financeiras
no momento para a confecção de uma nova prótese, que seria o procedimento
correto para o caso, providenciou-se o reembasamento desta, eliminando-se a câmara
de sucção. A seguir, procedeu-se a remoção cirúrgica da lesão com
encaminhamento para a análise histopatológica confirmando-se o diagnóstico de
Hiperplasia Fibrosa Inflamatória.
Caso Clínico nº3 – Lesão Periférica de Células Gigantes.
Paciente do sexo feminino, branca, 70 anos, edêntula, portadora de duas
próteses totais já a 18 anos apresentou, ao exame clínico, uma lesão ovóide,
de tecido mole, móvel, indolor, com aproximadamente 2,5cm localizada na região
anterior do rebordo alveolar inferior. Durante a anamnese, a paciente relatou
que esta lesão surgiu assim que passou a usar a prótese inferior,
confeccionada por um dentista prático e que este a orientou que assim que a
mesma “se acostumasse” com a prótese,
a lesão desapareceria, devendo, para tanto, dormir com a mesma (Fig.4).
Observou-se, ao exame clínico e radiológico, total reabsorção do rebordo
alveolar inferior.

Fig 4.: Lesão Periférica de Células
Gigantes
Para
o tratamento, procedeu-se a remoção cirúrgica da lesão confirmando-se, através
do exame histopatológico, o diagnóstico de Lesão Periférica de Células
Gigantes. A seguir, como a paciente manifestou o desejo de trocar a prótese, a
mesma foi encaminhada a um
Protesista para uma avaliação mais detalhada do caso ma vez que,
radiograficamente, constatou-se a
reabsorção quase que total do rebordo alveolar inferior. O uso da prótese
antiga foi prontamente suspenso.
4. DISCUSSÃO
A
Estomatite Protética relatada neste estudo apresentou-se associada à Candidose, conforme descrevem ARENDORF, WALKER (1979), SÁ
(1995) BUDTZ-JORGENSEN et
al. (1996a), ROSSIE, GUGGENHEIMER (1997), KULAK, ARIKAN, KAZAZOGLU (1997) e
SAKKI et al. (1997). No caso clínico descrito, a grande causa da presença da
mesma foi o hábito de dormir com as próteses associado a uma falta de higiene
bucal satisfatória devido ao fato de que a paciente jamais recebeu orientação
de higiene bucal dada por um dentista. O acúmulo de placa bacteriana e cálculo
sobre as próteses desta paciente confirmaram os achados de JOKSTAD, AMBJORSEN,
EIDE (1996) .
A
presença dos quadros de Estomatite Protética é bastante comum em portadores
de prótese que, como os relatados neste estudo, não tem o hábito de removê-las
para dormir. Nos casos aqui citados, as pacientes mencionaram que jamais foram
orientadas, desde o momento em que começaram a usar próteses, que não
deveriam dormir com as mesmas. Das três examinadas, nenhuma havia recebido
antes qualquer tipo de orientação de higiene bucal dada por um dentista,
desconhecendo, não só as técnicas de escovação quanto as de correto asseio
e conservação das próteses.
Sem
sombras de dúvida, o hábito de dormir com as próteses já a bastante tempo
– 15 anos – favoreceu o aparecimento da infecção por Cândida albicans, o
que justifica a queixa da paciente de “coceira”
e “gosto amargo” na boca. O
tratamento para candidose com Miconazol, tala qual sugerem DIAS, SAMARANAYAKE,
LEE (1997) surtiu o efeito esperado e a paciente foi devidamente instruída de
como proceder a correta higienização das próteses, abandonado o hábito de
dormir com as mesmas.
O caso descrito de Hiperplasia Fibrosa Inflamatória por uso de Prótese
foi do tipo Papilomatosa causadas
por presença de Câmara de Sucção- assim como descrito por FRARE et al.
(1997) trata-se de um típico caso onde a confecção incorreta de uma prótese
foi a causadora do surgimento da lesão. A área nodular com aspecto inflamatório
observada reproduzia, no palato duro da paciente, o contorno exato da câmara de
sucção. Assim como relatam COELHO, ZUCOLATO (1998) o trauma observado na região
do palato se mostrava constante e de baixa intensidade. Os casos de Hiperplasia
quando associados à Queilite
Angular como sugerem NEVALAINEN, NÄRHI, AINAMO (1997) se justificam pela presença
de Cândida infeccionando a lesões, por conseguinte, contaminando a saliva que
tende a se alojar nas comissuras labiais mais acentuadas devido a perda da
dimensão vertical de oclusão que ocorre com o avanço da idade. Por essa razão,
antes de remover-se a lesão, necessita-se prescrever antifúngicos como
preconizam SALONEN, RAUSTIA, OIKARINEN (1996).
Ao
contrário de NEVALAINEN, NÄRHI, AINAMO (1997) não observou-se nenhuma associação
com um quadro de Queilite Angular embora saibamos ser um achado constante.
A
resistência à remoção cirúrgica da lesão por parte da paciente foi
observada inicialmente, uma vez que a mesma já trazia em sua história
pregressa, um insucesso durante uma exodontia, motivo pelo qual tinha bastante
receio de se submeter a qualquer tratamento odontológico. Entretanto, prestados
os devidos esclarecimentos a respeito da necessidade de remoção da lesão, foi
feito inicialmente a medicação antifúngica em virtude da presença de infecção
por Cândida e após isto, a remoção cirúrgica da área de Hiperplasia
conforme preconizam SALONEN, RAUSTIA, OIKARINEN (1996) encaminhando-se a peça
para exame histopatológico confirmando, portanto, o diagnóstico inicial.
O
uso de Água Sanitária, Sabonete, Sabão, Bicarbonato de Sódio e Detergentes Líquidos
foram mencionados como de uso freqüente na limpeza das próteses. Associado a
estes, o uso de escovas não odontológicas e o hábito de ferver as mesmas também
foram mencionados. Todos as três pacientes foram devidamente instruídas sobre
sua higienização correta, conservação e a necessidade de retirá-las à
noite para dormir. Como uma das próteses apresentava uma rachadura unidas por
cola foi recomendado, neste caso, a confecção de um novo aparelho ou o
seu reembasamento, sempre sob avaliação do Cirurgião-Dentista. As
pacientes fizeram questão de voltar ao consultório para mostrarem as novas próteses
ou a melhoria acentuada da higienização das antigas.
5. CONCLUSÕES
Diante
dos casos clínicos analisados, chegou-se a seguinte conclusão:
O
uso de próteses mal confeccionadas, mal adaptadas ou em estado precário de uso
e conservação é um fator favorecedor do surgimento de lesões de tecido mole
na cavidade bucal;
O
fator econômico ainda contribui para que os pacientes recorram aos serviços de
dentistas práticos;
Infecções
fúngicas são constantemente observadas em pacientes que não tem o hábito de
remover as próteses ao dormir.
Referências
Bibliográficas:
ARENDORF, T. M., WALKER,
D. M. Oral candidal populations
in health and disease. Brit.dent.J. London, n.147, p.267-271, Nov.1979.
BASSI,
A .P.F., VIEIRA, E.H., GABRIELLI, M.A . C. Hiperplasia
Fibrosa inflamatória. R.G.O . Porto Alegre, v.46, n.4, p.209-211,
out./nov./dez.1998.
BROWN,
A . R. et al. Atypical palatal
papillomatosis treated by excision and
full-thickness grafiting. Compend.Contin.Educ.Dent.
Kansas, v.18, n.7, p.724-734, Jul.1997.
BUDTZ-JORGENSEN
et al. Oral candidosis in long-term hospital care:
comparison of edentulous and dentaste subjects. Oral
diseases. v.2, n.1,
p.285-290, Dec.1996a.
___ Caries prevalence and
associated
predisposing conditions
in recently hospitalized elderly
persons. Acta.Odont. Scand. Stockholm, v.54, n.4,
p.251-256, Aug. 1996b.
COELHO,
C.M, ZUCOLOTO, S. Hiperplasia fibro-epitelial inflamatória da cavidade
oral.
Revista da APCD. V.52, n.5, p.383-387, Set/Out.1998
COOPER,
E.H. Hyperplasia of the oral tissues caused by il-fitting dentures.
Br.Dent.J. v.116,
n.2, .11-114, 1964.
DIAS, A .
P.,
SAMARANAYAKE, L.P., LEE, M.T. Miconazole
lacquer
in the treatment of denture
stomatitis: clinical
and microbiological
findings in chinese
patients. Cli.Oral.Investig,
v.1, n.1, p.47-52, Feb.1997.
FRARE,
S. M. et al. Terceira
idade: quais os problemas bucais existentes? Rev.Ass.paul.Cirurg.Dent. São Paulo, v.51, n.6, p.573-576,
nov./dez.1997.
JOKSTAD,
A ., AMBJORSEN, E., EIDE, K. Oral
health in institucionalized elderly people in 1993 compared with in 1980. Acta.
Odont. Scand. Stockholm,
v.54, n.5, p.303-308, Oct. 1996.
KENG,
S.B, OW, R. A clinical study of the oral status of edentulous patients in
the oral chinese population. Singapoure Dent. J. v.6, n.2, p.71-77,
1981.
KULAK,
Y., ARIKAN, A ., KAZAZOGLU, E., Existence
of candida Albicans and microorganisms in denture stomatitis
patients. J.Oral.Rehabil. v.24, n.10,
p.788-790, Oct.1997.
MARTIN,
M. et al. Response fluconazole and
itraconazole of candida ssp In denture
stomatitis. Mycoses,
v.40, .7-8, p.283-289, Nov.1997.
MILLER,
E.L. Clinical management of denture-induced inflammations. J. Prosthet
Dent. v.38, n.4, p.362-365, 1977.
NEVALAINEM, M.J.,
NÄRHI, T. O .,AINAMO, A .
Oral mucosal
esions and oral hygiene habits in the home-living elderly
J.Oral.Rehabil. Helsinki, v.24, n.5, p.332-337, May.1997.
PADILHA, D.M.P., SOUZA, M. A .L.
Estado dentário e edentulismo Observado em dois grupos de idosos do Brasil e da
Inglaterra Rev.Odonto.Ciência. Porto Alegre, n.25, p.175-202, Jan.1998.
PIETROKOVSKI,
J. et al. Oral findings in elderly
nursing home residents in selected
coutries: oral hygiene conditions
and plaque accumulation on denture surfaces. J.prosth.dent.
St.Louis, v.73, n.2, p.136-141, Feb.1995.  
 
PRIDDY,
R.W. Inflammatory hyperplasias of the oral mucosa. J. Can.Dent.Assoc, v.58, n.4, p.311-321, 1992.
ROSSIE, K., GUGGENHEIMER, J.
Oral candidíasis:
clinical manifestations, diagnosis and treatment. Prad.Period.Aesth.Dent.
v.9,n.6, p.631-641, Aug.1997.
SÁ, A
.M.P. Alterações
fisiológicas e patológicas freqüentes na cavidade bucal do paciente
idoso do asilo de mendicidade de São Luís.
São Luís: [S.n], 1985, 48p. Monografia
(Graduação em Odontologia) Universidade Federal do Maranhão, Centro
de Ciências da Saúde, Curso de Odontologia, 1995.
SAKKI,
T.K. et al. The association of
yeasts and denture stomatitis with behavioural and biological factores.
Oral Surg. St.Louis, v.84, n.6, p.624-629, Dec.1997.
SALONEN,
M.A ., RAUSTIA, A .M.,OIKARINEN, K.S. Effect
of treatment of palatal inflammatory pappilary hyperplasia with local and systemic antifungal agents
accompanied by renewal of complete denture. Acta.odont.scand. Stockholm,
n.54, v.2, p.87-91, Apr.1996.
SHAFER,
W.G., HINE, M.K., LEVY, B. Tratado
de patologia bucal. 4ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1987, 837p.
TOMMASI, A . F.
Diagnóstico em patologia bucal. 2.ed. São Paulo: Pancast, 1989, 653p.
ZEGARELLI, E. et al. Diagnóstico das doenças da
boca e dos maxilares. 2ªed. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 1982, 598p.
Data de Publicação do Artigo:11 de Maio de 2006
|